Uma reflexão necessária sobre o nosso modo de vida!
29 agosto 2011
24 agosto 2011
Dead Fish
O grupo lançou quatro discos e inúmeras demos antes de romper a barreira independente e alcançar o mercado mainstream. Composto, atualmente, por Rodrigo vocal, Alyand (baixo), Marcos - da banda Ação Direta - (bateria) e Philippe (guitarra). O grupo conquistou projeção no âmbito nacional através do disco Zero e Um (Nessa épooca com Nô na bateria e Hospede como segundo guitarrista), lançado pela Deckdisc, em 2004, com produção de Rafael Ramos e mixado por Ryan Greene, responsável por faixas-símbolo do hardcore mundial.
Abaixo, um exemplo do trabalho deles (letra e áudio):
Subprodutos
Dead Fish
A felicidade é para poucos
Todos nós sabemos: o mundo é ruim
A ironia é desejar e nunca ter
A propaganda diz: você precisa!
Angústia na virada da estação
Um produto pra te tornar especial
Consumo necessário and very cool
Não seja um perdedor
A grande solução
Vamos resolver
Uma pra dormir, duas pra acordar
Bem adaptados
Todos passam bem
Belo novo mundo
Buscando sempre o diferencial
O importante é nunca se deixar levar
Intransigente diferença torna igual
A ironia é desejar e nunca ter
A propaganda diz: você precisa!
O desejo sempre se parece o mesmo
Massificado ou customizado
Vanguarda exigente
Mercado especial
Leve a cópia como se fosse original
A grande solução
Veja como é simples
Uma grade aqui, um alarme lá
Bem resolvidos
Todos preparados
Em nossa igualdade
(Pros mais iguais obviamente. Paz pra mim e guerra pra todos vocês!)
Subproduto do subproduto
De todo conceito que cria a cultura
Do subproduto da massa ou da elite
O que somos nós?
De toda histeria de estar inserido
Mesmo outsider ou très impotent
No final das contas quem come a bosta de quem?
Cientistas criando novas soluções
Artistas sendo originais
Médicos fazendo pílulas legais
Escolha!
Escolha!
Todos nós sabemos: o mundo é ruim
A ironia é desejar e nunca ter
A propaganda diz: você precisa!
Angústia na virada da estação
Um produto pra te tornar especial
Consumo necessário and very cool
Não seja um perdedor
A grande solução
Vamos resolver
Uma pra dormir, duas pra acordar
Bem adaptados
Todos passam bem
Belo novo mundo
Buscando sempre o diferencial
O importante é nunca se deixar levar
Intransigente diferença torna igual
A ironia é desejar e nunca ter
A propaganda diz: você precisa!
O desejo sempre se parece o mesmo
Massificado ou customizado
Vanguarda exigente
Mercado especial
Leve a cópia como se fosse original
A grande solução
Veja como é simples
Uma grade aqui, um alarme lá
Bem resolvidos
Todos preparados
Em nossa igualdade
(Pros mais iguais obviamente. Paz pra mim e guerra pra todos vocês!)
Subproduto do subproduto
De todo conceito que cria a cultura
Do subproduto da massa ou da elite
O que somos nós?
De toda histeria de estar inserido
Mesmo outsider ou très impotent
No final das contas quem come a bosta de quem?
Cientistas criando novas soluções
Artistas sendo originais
Médicos fazendo pílulas legais
Escolha!
Escolha!
21 agosto 2011
UBUNTU - Sabedoria e Civilidade da Mãe África!

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu. Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não
queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira para as crianças, que achou ser inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo,e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
Ubuntu significa: *"Sou quem sou, porque somos todos nós!"*
Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...
UBUNTU PARA VOCÊ!
Sou quem sou, porque SOMOS todos nós!!!
20 agosto 2011
O Mendigo
Oscarito é um mendigo que aparece numa cidade com um violão velho e passa a viver o drama das ruas. Com o dinheiro das esmolas, compra dois bifes num açougue para saciar o desejo de Bete, também moradora de rua. Depois de comerem, Oscarito dorme e retorna numa surpreendente e reveladora realidade.
25 junho 2011
Milton Santos - O homem que via o mundo pelo lado de cá
24 Jun 2011
Completam-se hoje dez anos da morte de um dos maiores – e mais desconhecidos – pensadores brasileiros: o geógrafo Milton Santos. Nascido na baiana Brotas de Macaúbas (a mesma onde morreu Carlos Lamarca), Milton fez-se doutor em Geografia pela Universidade de Strasburgo, mas sempre teve vínculo político – sempre sem filiações estreitas – com a esquerda brasileira. Isso lhe valeu um prisão domiciliar na ditadura e, depois, longos anos de exílio, lecionando mundo afora.
Reconhecimento Internacional
Em 1994, recebeu o Prêmio Internacional Vautrin Lud, correspondente ao Nobel da Geografia, tendo como proponente o professor Jorge Gaspar, da Universidade de Lisboa. Costumava dizer que, a partir desse prêmio, a mídia brasileira lhe abrira as portas. Recebeu-o na pequena cidade de Saint-Dié des Vosges, coincidentemente na região da cidade de Strasbourg onde havia defendido, na década de 50, o seu doutorado. Pela primeira vez na história desse prêmio, ele era outorgado a um geógrafo que não era nem francês nem norte-americano.
Milton Santos recebeu ainda mais de duas dezenas de medalhas, tais como: Medalha de Mérito, Universidad de La Habana, Cuba, 1994; Colar do Centenário (Conjunto de Obra em Geografia) Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, 1997; Ordem 16 de setembro – Primeira Classe, Estado de Mérida, Venezuela, 1998; 11ª Medalha Chico Mendes de Resistência, Grupo Tortura Nunca Mais, Rio de Janeiro, 1999; Medalha do Mérito, Fundação Joaquim Nabuco, Recife,1999, entre outras. Dentre os prêmios destacam-se: Vozes Expressivas do Final do Milênio, Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, 1997; Personalidade do Ano, Instituto de Arquitetos do Brasil, Rio de Janeiro,1997; Homem de Idéias, 1998, Caderno Idéias, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro,1998; O Brasileiro do Século, Revista Isto É, 1999 (laureado na categoria Educação, Ciência e Tecnologia, entre 20 personalidades ); Prêmio Jabuti (melhor livro de Ciências Humanas) 1997, com A natureza do Espaço. Técnica e Tempo. Razão e Emoção, Hucitec, São Paulo, 1996; prêmio UNESCO na categoria Ciência, 2ª edição, Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, Brasília, 2000. Seu último prêmio foi o Multicultural Estadão Cultura, em junho de 2000, concorrendo com inúmeras personalidades e sendo votado por milhares de brasileiros. Numa cerimônia carregada de emoção e beleza, disse: “Considero a indicação do prêmio Multicultural Estadão Cultura como um presente expressivo que coroa, de alguma forma, o meu trabalho intelectual [...] Meu desejo secreto, o desejo dos pensadores, e é difícil confessa-lo, é que o seu trabalho possa ter alguma repercussão, sobretudo quando ele ultrapassa os limites da sua própria área e da universidade. O fato de seu o trabalho ter uma visibilidade em camadas mais amplas da sociedade dá ao seu autor, não a certeza que ele tenha o aplauso geral, mas um certo conforto de ver que o seu discurso não é um discurso fechado. Agradeço a todos que votaram em mim, aos meus amigos e ofereço esse prêmio a todos os brasileiros que tanto esperam de seus intelectuais.”
Entre 1980 e 2000, Milton recebeu vinte títulos de Dr. Honoris Causa de Universidades do Brasil, da América Latina e da Europa. Publicou mais de quarenta livros e mais de 300 artigos em revistas cientificas, em português, francês e espanhol e inglês.
Homenagem
Abaixo, o fantástico documentário produzido por Sílvio Tendler com Milton Santos, poucos meses antes de sua morte. É uma belíssima obra, que nos abre olhos e cabeças sobre a globalização. Mas não apenas sobre o que se passou e o que se passa na economia, mas também como os novos processos tecnológicos se desdobra no mundo da comunicação que é parte inseparável do processo de inclusão:
Biografia Completa: http://www2.fpa.org.br/biografia-do-milton-santos
19 junho 2011
Ser ou não ser - Educação - Escola da Ponte
Educação - Alternativas - Escola da Ponte - Uma Experiência Transformadora!!!
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