05 abril 2011

 Mãos de Vento e Olhos de Dentro

É um filme sobre a amizade entre Lia, uma menina cega e Tico, um menino solitário e cheio de imaginação. Eles adoram brincar de ver desenho em nuvem, e, juntos, iniciam uma jornada de aventura com muita diversão pelo mundo infantil da fantasia.

25 março 2011

4ª MOSTRA JUVENIL DE
ARTES CÊNICAS DE SUZANO

A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Cultura, promoverá nos dias 8, 9, 10, 11, 15, 16, 17, 18, 19 e 20 de julho de 2011 a 4ª Mostra Juvenil de Artes Cênicas de Suzano.

  A Mostra objetiva estimular os processos de criação e, por conseqüência, movimentar o pensamento cultural no município, divulgar novos talentos, valorizar as artes cênicas e incentivar as manifestações culturais. 

 
Ficha de Inscrição                       

20 março 2011

Scientific American Brasil

A Origem Filosófica das Ciências Ocidentais

Não há verdadeira evolução do conhecimento sem o pensamento e a reflexão

            Que as nossas ciências nasceram com os antigos gregos, parece um fato estabelecido. Mas, o que pouca gente sabe é que elas tiveram sua origem e desenvolvimento no seio das primeiras escolas filosóficas (entre os séculos VI e V a. C.). Assim, mesmo trazendo elementos herdados do Oriente (Egito, Caldéia...), as ciências surgidas no Ocidente trazem a marca do espírito crítico e especulativo dos filósofos - os responsáveis, no campo do saber, pelo  movimento de ruptura com o mundo mágico-religioso e seus “mestres da verdade”. De início, é mesmo difícil dizer onde termina a filosofia e onde começa a ciência, embora Aristóteles tenha procurado diferenciar as ciências “teoréticas” (as dos princípios e das causas, tal como a filosofia) das ciências “práticas” (ligadas à experiência e com fins mais utilitários). De qualquer forma, ainda não se pode falar, nesta época, de uma ciência experimental – tal como hoje a concebemos.
            De fato, será preciso chegar ao século XVI (ou mesmo ao XVII) para que as ciências assumam definitivamente sua orientação prática, amparada na experimentação. Galileu – símbolo da ciência moderna – será responsável (juntamente com o filósofo Descartes) por lançar as bases deste novo saber. De certa forma, embora estas novas ciências sejam mais autônomas que as antigas, elas permanecerão herdeiras conceituais da filosofia. Sem dúvida, muitos estudiosos defendem a tese de que a “razão ocidental” é uma invenção dos gregos. Correta ou não, a questão é que as ciências realmente receberam seus princípios e fundamentos da filosofia – e isto abrange desde a noção de verdade, como coisa em si absoluta, até os seus métodos de investigação (é preciso lembrar que a indução e a dedução já eram objetos de análise da filosofia antiga).
            Mas, é claro que- desde meados do século XIX, com o positivismo – a filosofia já não ocupa mais o seu posto de ciência maior e mais geral, de grande sistematizadora do saber. A crescente aversão à metafísica e a redução equivocada da filosofia a um mero saber técnico e formal (obra de muitos lógicos e linguistas) acabou levando a um enfraquecimento de sua natureza crítica e criadora. Mas, ainda assim ela teve um papel considerável na formação do solo epistêmico do século XX (atestado pela teoria quântica e pela relatividade). Em suma, a filosofia é, e continuará sendo, a ciência que elabora os conceitos e que reflete criticamente acerca do mundo e do próprio conhecimento; uma ciência que opera essencialmente com os fundamentos do saber em geral. Teórica por natureza, nem por isso ela deixa de ter um fim prático – que, neste caso, está relacionado à transformação da própria realidade.  Não há verdadeira evolução do conhecimento sem o pensamento e a reflexão (já que, longe disso, todo saber corre o risco de se dogmatizar).
            De qualquer modo, quem sofre com tais atitudes são os próprios saberes que, além de se perderem nessa excessiva fragmentação, ainda enfraquecem aquela que sempre foi a sua maior aliada na luta contra o “pensamento religioso” (que costuma infiltrar-se tanto na filosofia quanto nas próprias ciências) e contra os interesses que, só na aparência, estão trabalhando em prol da vida e do progresso humano.

Regina Schöpke - É Doutora em Filosofia pela UNICAMP (2007), Pós-Doutora em Filosofia pela UNICAMP (2010), Mestra em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999) e Mestra em História Medieval pela Universidade Federal Fluminense (1996).

Fonte: Scientific American Brasil – www.sciam.com.br

19 março 2011

Vassili Kandinsky
(Pintor e teórico de arte russo)
(Nasc.: 04-12-1866, Moscou - Falec.:13-12-1944, Neuilly-sur-Seine, França)

Kandinsky, um dos principais representantes da arte abstrata, estudou Economia e Direito em Moscou e licenciou-se em 1893. Sua visita a uma exposição de artistas franceses impressionistas foi a experiência que o levou para Munique, em 1896, onde foi aluno de Franz von Stuck. Passou alguns anos em outros países (de 1903 a 1907) e, em 1909, tornou-se presidente da Nova Associação de Artistas de Munique. Em 1910, pintou sua primeira aquarela não-figurativa, inaugurando a pintura abstrata. Para proporcionar à arte uma nova base intelectual, fundou em Munique, em 1911, com Franz Marc, Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul), uma associação de artistas que proclamavam, no manifesto Do Espiritual na Arte (1912), a superioridade do espírito sobre os objetos concretos. Durante a Primeira Guerra Mundial, regressou à Rússia, onde, depois da Revolução de Outubro, ocupou uma cátedra na Academia de Arte de Moscou. Para escapar à concepção soviética da arte realista, regressou à Alemanha em 1921, quando iniciou um processo de geometrização em suas obras. Em 1922, foi professor da Bauhaus em Weimar e, em 1928, adquiriu a nacionalidade alemã. Em 1926, publicou Ponto e Linha sobre o Plano, obra fundamental para o processo criativo na arte abstrata. Em 1933, mudou-se para a França, perseguido por nazistas, que consideravam sua obra "arte degenerada".


Henri Matisse
(Pintor francês)
(Nasc.:31-12-1869, Le Cateau, Cambrésis  -  Falec.: 03-11-1954, Nice)
Matisse é considerado um dos fundadores e principais representantes do fovismo. Começou a dedicar-se à pintura após terminar, em 1890, seus estudos de Direito. Deu grande impulso à arte de sua época com seu estilo caracterizado por uma linha vigorosa e pelo uso de cores com tonalidades fortes. Essa concepção artística foi considerada uma provocação pela opinião pública burguesa. Em 1906, influenciado por uma viagem à Argélia, começou a introduzir em suas telas o decorativismo ornamental da arte islâmica. São dessa fase A Dança (1909-1910) e A Música (1910). Mudou-se para Nice nos anos 20, época que coincide com a elaboração de seus típicos interiores de grande riqueza cromática, como na série Odaliscas, em que surgem mulheres vestidas de uma forma exótica, em ambientes decorativos. Em 1930, começou a trabalhar com recortes de papel, técnica que continuou praticando por não poder mais pintar a óleo por motivos de saúde. Deixou uma vasta obra gráfica, além de esculturas representativas de cada uma de suas fases artísticas. Destacam-se, ainda, as obras Interior Vermelho, Natureza Morta sobre Mesa Azul (1947) e A Cortina Egípcia (1948).

Disponível em: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_687.html

14 março 2011

 A Alma do Negócio
Já parou para prestar atenção na quantidade de anúncios com os quais temos contato todos os dias. Pela TV, rádio, internet, anúncios em jornais e revistas, outdoors... Há uma verdadeira overdose de propagandas ao nosso redor e, por incrível que pareça, tudo já nos é tão natural que nem ao menos nos damos conta ou mesmo nos sentimos ofendidos em relação a este massacre a que somos submetidos. E porque tudo isso? Para que realmente nos interessemos em comprar e, mais que isso, realizemos tal ação. Tudo está a venda: De automóveis a margarinas, de livros a computadores, de casas a eletrodomésticos... Como lidar com isso?


12 março 2011

Desafios Contemporâneos – A Educação

Na abertura, apresentando o módulo e falando sobre os “Desafios contemporâneos – a educação”, teremos a filósofa e professora Viviane Mosé, falando sobre a escola fragmentada, dividida em disciplinas e grades curriculares, e distante da vida dos professores e alunos, e que, ao mesmo tempo, se depara, a cada dia, com um mundo que faz perguntas cada vez mais globais e urgentes, como a necessidade de considerar o todo, o planeta, a cidade.  Quais os desafios da educação no mundo contemporâneo?

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